CUSCO & CIA

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Saúde e Estética Animal
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quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Castre seu gatinho ou gatinha.

Castre o seu gatinho! Castre a sua gatinha!
As gatas estão entrando no cio cada dia mais cedo! Não espere passar o primeiro cio, muito menos deixar ter filhotes primeiro! Castre logo! 
Castração pediátrica é segura e recomendável e pode ser feita a partir de 3 meses! 
A castração minimamente invasiva leva apenas 1 ponto! Tem a recuperação rápida e muito menos riscos!
Não espere o pior acontecer!
Informe-se. 
Cusco & Cia
(51) 3484-1123 / (51) 9127-0808
cuscoecia@cuscoecia.vet.br

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Saúde do seu gatinho (FIV e FeLV)


O FIV (vírus da imunodeficiência felina) e o FeLV (vírus da leucemia felina) são doenças causadas por vírus, específicas de gatos, transmitidas através do contato com gatos infectados que causam depressão do sistema imune e doenças associadas.
Estas doenças não possuem cura. O gato com FIV pode viver muitos anos sem manifestar sinais clínicos da doença. As doenças associadas podem aparecer em mais de 5 anos após o contágio, e incluem infecções oportunistas, doenças da cavidade oral, neoplasias, doenças oculares, doença renal inespecífica ou síndrome degenerativa crônica. Já os gatos com FeLV apresentam doenças relacionadas principalmente à anemia, leucemia e neoplasias, além de sinais semelhantes aos encontrados em gatos com FIV, aparecendo os sinais clínicos no máximo 3 anos após a contaminação e causando o óbito do gato em até 3 anos após o aparecimento dos sinais clínicos. Os gatos infectados não podem ter acesso à rua, devem ser mantidos confinados, assim, evita-se a contaminação de outros animais, mas também previne o soro-positivo da exposição à novas doenças.
Para saber se o seu gatinho é soro-positivo o diagnóstico é feito através de testes (Anigen Rapid FIV/FeLV Test Bioeasy) que detectam anticorpos de FIV e antígenos de FeLV através do método ensaio imunocromatográfico, teste rápido e específico que é realizado na clínica. Outros métodos podem ser realizados para confirmar o diagnóstico, enviados a laboratórios de análises clínicas.
O teste é importante em gatos doentes, para auxiliar no diagnóstico, e também é muito importante para separar gatos portadores de outros gatos, diminuindo a disseminação dessas doenças que são um desafio para o Médico Veterinário na tentativa de dar qualidade de vida e tempo de sobrevida aos pacientes.
A única forma de evitar o contágio é a vacinação. Nem todas as vacinas encontradas hoje no mercado protegem contra FeLV e nenhuma protege contra FIV.
A Vacina FEL-O-VAX L VK IV + CaliciVax da Zoetis protege seu gatinho da FeLV. 
A Cusco & Cia utiliza o teste rápido Bioeasy e aplica a vacina FEL-O-VAX L VK IV + CaliciVax.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Castração

A castração é uma intervenção cirúrgica realizada em cães e gatos para evitar a reprodução e conseqüente superpopulação destes animais. 
Trata-se de uma cirurgia relativamente simples que, nas fêmeas, consiste na retirada do útero, trompas e ovários e nos machos, da retirada dos testículos. É realizada sob anestesia geral e o animal não necessita ficar internado, estando recuperado em uma semana. A castração pode ser realizada a partir dos 5 meses de idade para fêmeas (recomenda-se antes do 1° cio) e para machos após os 6 meses pra evitar problemas urinários.
A castração diminui drasticamente o risco de doenças na vias uterinas e, principalmente, do câncer de mama, útero, próstata e testículos;
 Elimina a Gravidez Psicológica, estado presente em algumas fêmeas após o término do cio, o que ocasiona aumento das mamas (muitas vezes com edema), com produção de leite e irritabilidade excessiva.
Diminui o risco das fugas e brigas, que podem acarretar acidentes graves e até fatais; Acaba com os latidos, uivos e miados excessivos que ocorrem por ocasião do cio; Nas fêmeas, elimina a inconveniente perda de sangue no período de cio, assim como as desagradáveis reuniões de machos próximo ao ambiente onde está a fêmea no cio;
Nos machos, diminuiu o hábito de urinar em paredes e móveis para demarcar território. A urina também perde o odor forte e desagradável.
Busque informações a respeito e esterilize seu animal. Você estará ajudando no combate a superpolução de cães e gatos.
Consulte sempre um Médico Veterinário.
Aline Palma
CRMV/RS 9823

domingo, 18 de setembro de 2011

Porque Ração é Melhor para seu Cão e Gato?

 
É muito comum donos de cães e gatos oferecerem comida caseira como demonstração de carinho, afeto e amor, porém desconhecem o risco representado por este hábito.
A comida caseira, por mais saborosa que seja, não tem todos os nutrientes que seu cão e gato necessitam. Alimentá-los com comida caseira pode ocasionar diversos problemas de saúde, tais como: obesidade, problemas de pele, distúrbios no metabolismo, risco de intoxicação e outras doenças.
Alguns proprietários de cães e gatos oferecem pequenas quantidade de comida caseira juntamente com a ração, isto também acarreta problemas, pois desequilibra totalmente a ração fornecida. Os cães e gatos necessitam de proteínas de alta qualidade, cálcio, minerais e vitaminas, Ômega 6 e Ômega 3, entre outros nutrientes específicos para cada espécie.
Além disto, a ração é fácil de armazenar, prático de servir, deixa fezes mais firmes, fáceis de limpar e com odor reduzido e permite economia de tempo e dinheiro. 
Somente rações de boa qualidade são completos, balanceados e saborosos, ou seja, possuem todos os nutrientes e na quantidade correta que cães e gatos precisam para viver mais saudáveis e por mais tempo.
Consulte sempre um Médico Veterinário.
Aline Palma
CRMV/RS 9823

BEBES E ANIMAIS PODEM CONVIVER?

A convivência entre bebês e animais  gera muitas dúvidas nos pais. Será que esta convivência é saudável? Não trará problemas aos meus filhos? E os riscos desta convivência. Este artigo busca esclarecer estas dúvidas e mostrar que a convivência entre bebês e animais é possível, desde que algumas regras básicas sejam seguidas.
Primeiramente, os animais devem estar com vacinação e vermifugação em dia. Outros pontos importantes são:  higiene, ter uma alimentação balanceada (ração), e espaço para brincadeiras. O animal também deve ter o local específico das necessidades para que as crianças não tenham contato com as fezes e urina. A escovação diária previne queda de pêlos e ajuda na saúde de cães e gatos. Aspirar tapetes e limpar o chão com pano úmido também é fundamental.    Tendo bom senso e higiene, é  perfeitamente posssível um ótimo convívio.
Ter um animal em casa, convivendo com a criança é importante, pois estimula a habilidade motora, a comunicação, reduz a ansiedade, acalma, auxilia nas brincadeiras e no gasto de energia, ensina a ter responsabilidades e a lidar com perdas desde cedo. Não existe jeito melhor de uma criança aprender sobre compaixão, consciência, respeito e amor do que através de um animal de estimação, principalmente um que tenha acompanhado toda a sua história, desde o princípio. Alguns estudos comprovam que crianças que crescem com animais de estimação tendem a tornarem-se mais inteligentes e menos suscetíveis a alergias. Além disto, um dos maiores benefícios de se ter um animal de estimação é a união familiar. Ninguém dúvida que seu animal de estimação é um membro da família.
Quando o bebê chega depois do bichinho em casa é necessário adaptar o animal a esta nova realidade. Por isso, é importante, desde o início da gravidez, deixar o pet cheirar o carrinho, o berço, brinquedos e roupas do bebê.
Conforme for a rotina e o comportamento do animal é possível deixá-lo o tempo todo perto do bebê, mas é importante nunca deixá-lo sozinho.
Mas se você quer escolher o pet ideal, a primeira coisa que você deve considerar é que, por mais promessas que seu filho faça, uma criança não pode ser responsável sozinha pelo animal. A criança ainda nem se alimenta sozinha, como pode cuidar de outro ser vivo? Essa é uma decisão em família e de responsabilidade dos adultos.
Conversar com outras pessoas que já têm o bichinho desejado e com especialistas da área - veterinários ou zoólogos - é um bom começo. Pesquise o espaço que aquele animal precisa.
Se seu espaço é pequeno, prefira um animal de porte menor e natureza tranqüila. Os chamados cães de companhia - como o lhasa apso e o shih-tzu - se adaptam bem a apartamentos e são listados como os mais adequados para conviver com crianças.
Gatos são mais independentes que cachorros e podem viver muito bem longe da rua, o que os torna uma boa opção também para apartamentos ou casas sem quintal, por outro lado, se a família espera um bicho mais paciente e participativo, melhor apostar em cães.
Peixes e passarinhos são alternativas para crianças pequenas, de uns 3 anos de idade, com poucas habilidades de cuidados, mas sem manipulações. Já o hamster tem hábitos noturnos: quando a criança está acordada, ele precisa descansar e não vai querer saber de brincadeira. Ouros bichinhos que toda criança gostaria de ter são os fofos coelhos (hoje existem muitas raças de mini-coelhos no mercado - que podem viver perfeitamente em apartamentos), porquinhos-da-índia (ou Cuí-cuí) e tartarugas e cágados. E vale lembrar: preste atenção para comprar sempre animais legalizados.
Os pais precisam ter em mente que o bicho acaba sendo da família. Quem vai pagar a ração e levar ao veterinário são os adultos. No caso da família não ter disponibilidade, é melhor negar o desejo infantil do que escolher um bichinho sabendo que é impossível manter a posse responsável.
Quanto a cães:
Não existe uma indicação de raças específicas para convivência com crianças. Existe o bom senso. Logicamente, cães de porte grande e hiperativos (Ex: Labrador, Boxer, etc) podem derrubar crianças pequenas.
Cães de índole feroz (Rottweiler, Bull Terrier, Pitbull, etc.), devem ser criados desde muito filhotes com a criança em questão, para que se tornem amigos e até protetores das mesmas.
Também cães muito pequenos e frágeis (York Shire, Pinscher e outros “mini”), podem sofrer traumatismos sérios por brincadeiras  de algumas crianças.
Existem realmente raças mais adequadas, mas teoricamente qualquer cão pode conviver pacificamente com crianças desde que ambos se tornem amigos, pois o cão é mesmo muito fiel.
Entre os felinos, a raça persa seria a mais indicada por ser quase que de "pelúcia" de tão mansos. Mas também existem outros felinos que podem conviver com crianças, desde que muito bem escolhidos pelos pais desde filhotes, eles demonstram a índole muito cedo. Devemos escolher o mais "manso" possível, aquele que podemos esticar, amassar, torcer e ele não esboça a mínima agressividade.
Diante de tudo que se viu, resta claro que bebês e animais podem conviver e muito bem, desde que haja bom senso.
ALINE PALMA
MÉDICA VETERINÁRIA – CRMV/RS 9823

Guloseimas para animais

Atualmente, muitos donos não se contentam em oferecer apenas ração e água aos seus pets, completando suas dietas com petiscos e guloseimas que são prejudicias aos seus organismos, tais como, chocolate, salgadinhos, pizzas, lasanhas, ossos etc.
Nós, humanos, somos onívoros, podemos comer tudo, pois nosso organismo consegue metabolizar tudo o que ingerimos. Já nossos cães e gatos não conseguem metabolizar algumas substancias presentes nestes alimentos, sendo prejudicial a sua saúde.
O chocolate, por exemplo, possui teobromina, devido a manteiga de cacau, que, como a cafeína é uma metilxantina. Os cães não conseguem metabolizar a teobromina, que é toxica quando ingerida de 100 a 150mg por kg de seu peso corporal.
Sendo assim, não se deve dar chocolates e outros petiscos ao seu animal.
O mercado pet dispõe de guloseimas, chocolates e até sorvetes para seu pet, sem causar prejuízo a saude destes e com sabor de chocolate, sem apresentar cacau na sua formulação. Pesquise na sua pet shop, você vai encontrar muitas novidades em guloseimas e não trará prejuízo a saude do seu amigo. Quando tiver dúvida, consulte um Médico Veterinário, só ele pode lhe ajudar.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Posse Responsável


 POSSE RESPONSÁVEL
A posse responsável é a maneira como você trata e cuida do seu animalzinho. Devemos exercer algumas atitudes simples para exercer a posse responsável, tais como: levar seu animal ao veterinário regularmente; conhecer as doenças que ele pode adquirir se não for vacinado e manter a carteira de vacinação sempre em dia; vermifugar regularmente seu animal conforme recomendação do Médico Veterinário; fazer uso de anti-pulgas regularmente, pois as pulgas podem transmitir doenças para o seu amiguinho; dar banho e escovar periodicamente os pêlos de seu animal; evitar filhotes indesejados, castrando sua cachorra/gata numa clínica veterinária; passear com seu cão todos os dias para ele se exercitar e entrar em contato com outras pessoas e animais; sempre coloque guia e coleira para passear; dê-lhe ração adequada; não deixe seu animal solto nas ruas; não o abandone; lembre-se: todo o animal deve ser tratado com amor, carinho e respeito.
Aline Palma
CRMV/RS 9823